Guardian é a fornecedora de vidros de controle solar do Museu do Amanhã

 

151210_BernardLessa_Externa-54Imagem: Bernad Lessa

Produto contribui para o conforto térmico, para a valorização da arquitetura metálica e na iluminação natural do prédio

 

A moderna e arrojada construção do recém-inaugurado Museu do Amanhã, projetado pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava e que marca a revitalização urbana da zona portuária do Rio de Janeiro, traz em sua estrutura os vidros de controle solar da Guardian, uma das maiores fabricantes de vidros e espelhos do mundo.

Produto de alto desempenho, aplicado em perfis de alumínio, o vidro da Guardian permitiu a valorização estética do empreendimento, devido às grandes aberturas em esquadrias retangulares e triangulares nas fachadas e faces laterais.

Nesse projeto foram utilizados 3.800 m² do vidro Coater laminado, com Sunguard Neutral 67 na baseExtraClear, importados de uma das unidades da Guardian na Europa. A Guardian do Brasil também deu o apoio técnico às empresas envolvidas na obra.

Além do efeito estético, o vidro da Guardian propicia a entrada de luz natural no interior da construção, apresentando um índice de transmissão luminosa de 68,5%; de reflexão externa, de 12,9%; de reflexão interna de 11,4%, e um fator solar, de 61,1%. O produto bloqueia 39% do  calor originado pelos raios solares, garantindo  um maior  conforto térmico aos visitantes do Museu do Amanhã.

Com mais de 15 mil m² de área construída, o Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido e realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo, tendo o Banco Santander como Patrocinador Máster. O projeto conta ainda com a BG Brasil como mantenedora e o apoio do Governo do Estado, por meio de sua Secretaria do Ambiente, e do Governo Federal, por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) é responsável pela gestão do espaço.

Além dos vidros da Guardian, o projeto conta com diversos diferenciais para a preservação do meio ambiente, entre eles, a utilização da água da baía da Guanabara para resfriamento da temperatura no interior do prédio, as estruturas móveis na fachada que, além de atuarem como brises, servem de base para as placas fotovoltaicas que captam a energia solar.

151218_ByronPrujansky_Educativo_60                                                                                        Imagem: Byron Prujansky