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Roteiros – Abividro

Roteiros Vídeos Vidro Certo
Objetivo dos Vídeos:
Trazer mais autoridade para o Portal Vidro Certo, mostrando conhecimento e domínio do uso do material nas redes sociais através da imagem de seus especialistas. Para isso, os temas serão variados, desde uma explicação do tipo de vidro propriamente dito até projetos que utilizam o vidro da maneira correta em suas diversas aplicações.
Com uma liguagem simples e objetiva, usaremos muitas imagens de apoio, sejam dos vidros ou dos projetos para que as pessoas tenham uma visão completa daquilo que está sendo abordado.

A GRAVAÇÃO:
Gravaremos com duas opções ao mesmo tempo. Na HORIZONTAL e na VERTICAL e, os temas serão amplos, como se fosse uma aula, para que possamos utilizar no Youtube e seus cortes nas Redes Sociais. Com duração média de 07 – 10 minutos por vídeo.
De uma maneira geral, cada um dos vídeos pode ser cortado em mais dois vídeos para as redes sociais, criando uma dinâmica de reciclagem de conteúdos e otimização dos temas. Assim, teremos em apenas dois vídeos, conteúdos para o mês inteiro, com um vídeo por semana nas redes sociais e dois vídeos no mês para o youtube.

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Teste de automatização – Postagem de Blog Vidro Certo

Teste de automatização – Postagem de Blog Vidro Certo

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Aplicações de Vidro

10 passos de segurança para janela e portas de vidro

10 passos de segurança para janela e portas de vidro

por:

Portal Vidro Certo

Tempo de leitura: 3 minutos

Alguns cuidados são fundamentais para preservar o funcionamento correto e principalmente a segurança de portas e janelas de vidro. Sejam novas ou antigas, é preciso observar sinais que, embora pareçam detalhes, fazem toda a diferença na proteção dos usuários.

A segurança de janelas, portas e fachadas como um todo depende da combinação adequada entre vidro e esquadria (sistema completo). Esse conjunto deve ser projetado e instalado para assegurar conforto, bem-estar e eficiência: entrada de luz natural e visão externa, operação segura para controle de ventilação e proteção contra intempéries em dias de chuva ou vento forte.

Janelas, portas e fachadas de vidro executadas em conformidade com as normas técnicas são essenciais para a segurança e o conforto em residências, escritórios e estabelecimentos comerciais.

Confira os 10 passos para saber se sua janela ou porta de vidro está segura:

1.Verifique se os vidros estão rachados ou lascados

Se o vidro da janela ou da porta estiver quebrado, trincado ou lascado — ainda que uma parte pequena —, o vidro deve ser substituído e a esquadria avaliada, pois a integridade estrutural pode ter sido comprometida.

2.Observe se os vidros estão firmes, sem vibração ou folga

O vidro não deve vibrar nem apresentar folgas nas borrachas, no silicone ou nas guarnições (molduras de acabamento e vedação). Folgas fazem o vidro vibrar com o vento ou com o movimento da janela, aumentando o risco de quebra.
Ao pressioná-lo levemente para fora ou para dentro, não deve haver deslocamento perceptível. Empurre a janela pelo quadro (esquadria), e não diretamente pelo vidro; se ele oscilar, pode haver falha de fixação. Folgas acentuadas indicam risco de desprendimento do vidro. 

3.Confira se há peças metálicas em contato com o vidro

Peças metálicas, como ferragens e parafusos, não devem estar em contato direto com o vidro, pois isso aumenta muito as chances de rachaduras e quebra. Peças metálicas devem ser fixadas com o isolamento adequado, de modo a impedir o contato direto com o vidro.

4.Observe se as travas funcionam bem

As travas de portas ou janelas devem fechar e abrir com facilidade. Ao acionar a trava, o vidro não deve se movimentar. Se, mesmo trancada, a janela ou porta apresentar folga ou “dançar”, o conjunto não está seguro e oferece risco aos usuários.

5.Verifique se a janela ou porta tem movimento suave

As janelas e portas devem abrir ou deslizar sem esforço, apoiadas nas roldanas, sem arrastar nas estruturas de alumínio e sem ruídos anormais. Estalos, rangidos ou som de metal em atrito indicam problema. Se alguma parte do sistema estiver raspando na parede ou no piso, é sinal de que o conjunto está desalinhado. Nesses casos, é necessária manutenção para ajuste e realinhamento.

6.Confira a vedação

A vedação contra chuva e vento é função essencial de portas e janelas. Em dias de ventania, observe se há entrada de ar ou se a esquadria “treme”. Esses sinais indicam possível infiltração de água e a necessidade de manutenção e regulagem.

7.Verifique a fixação do caixilho na parede

O elemento que sustenta e acomoda o vidro e outros materiais chama-se caixilho, parte essencial da esquadria. É importante inspecionar o perímetro da janela ou porta e verificar se há folgas entre o caixilho e a parede, teto ou piso se for o caso. Observe se a luz passa por pequenas frestas ou se existem marcas de água ou ferrugem. Esses indícios apontam falhas de vedação ou de fixação da esquadria.

8. Confira os limitadores de abertura e fechamento

Nas janelas projetantes (que abrem para fora, na fachada), é indispensável a presença de mecanismos de freio/amortecimento para reduzir o risco de impacto. Se a folha abre e fecha sem qualquer resistência, o sistema de articulação provavelmente necessita de regulagem. Além disso, esse tipo de janela deve possuir limitador de abertura para impedir a abertura total, evitando pancadas provocadas por vento ou manuseio, que podem quebrar o vidro ou desprender a esquadria.

9. Certifique-se de que a instalação está correta e a manutenção está em dia

A manutenção anual é essencial para garantir a qualidade e a segurança dos usuários. Em imóveis com esquadrias antigas, se não houver um histórico de manutenção, peça a um profissional habilitado que faça a revisão e a manutenção se necessário. Em imóveis novos, solicite à construtora, administradora ou condomínio as informações sobre manutenção periódica ou manual do usuário fornecido pelo fornecedor dos vidros/esquadrias. Não espere surgir um problema; prevenção é a melhor medida.

10. Busque profissional habilitado e exija o cumprimento integral das normas técnicas aplicáveis

Em qualquer das situações acima, busque um profissional habilitado e solicite a manutenção ou reparo necessário o quanto antes. Para janelas e portas, devem ser observadas, entre outras, as normas ABNT NBR 7199 (vidros na construção civil) e ABNT NBR 10821 (esquadrias para edificações). Há ainda normas específicas para boxes de banheiro, espelhos, sacadas e guarda-corpos. Sempre que contratar instalação, revisão ou conserto exija a execução em conformidade com as normas técnicas aplicáveis.

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Portal Vidro Certo

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Normas e Práticas Recomendadas

Carta aberta das entidades da cadeia de vidros e esquadrias

Carta aberta das entidades da cadeia de vidros e esquadrias

24  de Setembro de 2025

As tempestades e ventos severos que atingiram as regiões Sul e Sudeste do Brasil nesta semana resultaram em inúmeros relatos de danos à infraestrutura das cidades e às edificações. Esses episódios reforçam a necessidade de maior atenção à observância das Normas Técnicas que proporcionam a segurança das construções.

As Normas Técnicas da ABNT são elaboradas e revistas para que materiais e sistemas empregados em edificações ofereçam resistência, durabilidade e a segurança esperadas, considerando o clima e as particularidades de cada região. Quando não são seguidas, multiplicam-se os riscos de acidentes, prejuízos financeiros e, principalmente, a exposição das pessoas a situações de perigo.

São diversas as Normas técnicas em vigor[1] relacionadas aos produtos de vidros e esquadrias. Esses documentos representam as melhores práticas globais adequadas às características locais. Critérios técnicos como localização da obra, intensidade dos ventos na região, topografia, rugosidade do terreno e características da edificação são considerados para a especificação correta dos produtos e são base para construções seguras e confiáveis.

No caso de portas, janelas, fachadas, guarda-corpos, muros e coberturas que utilizam vidros e esquadrias, a correta especificação, qualidade da instalação e realização de manutenção periódica são os principais cuidados para que os sistemas desempenhem sua função ao longo do tempo. Neste processo arquitetos, engenheiros, serralheiros, caixilheiros, vidraceiros e outros profissionais têm papel fundamental como especificadores e instaladores no atendimento às normas técnicas e qualidade da execução dos serviços.

Os consumidores, proprietários, administradores ou síndicos também têm papel decisivo na segurança da edificação quando, ao adquirir produtos ou contratar serviços de manutenção, buscam empresas e profissionais qualificados, exigem nota fiscal e contrato que atestem a conformidade com as normas da ABNT e registros profissionais. São cuidados simples que fazem toda a diferença para a segurança dos usuários e na preservação do patrimônio.

Em situações de tempestades e ventos fortes, adote estas medidas para redução de riscos imediatos:

  • Mantenha portas e janelas externas trancadas durante tempestades e ao sair de casa;
  • Evite abrir portas de forma brusca durante rajadas, prevenindo quebras, desencaixes ou empenos;
  • Mantenha portas internas fechadas, especialmente em ambientes com ventilação fixa, como cozinhas e banheiros, reduzindo o efeito da ventilação cruzada;
  • Em situações extremas, abrigue-se em áreas mais seguras dos imóveis.

Seguir as Normas Técnicas e adotar medidas preventivas é uma responsabilidade compartilhada. Esse compromisso transforma nossas edificações em espaços mais seguros, duráveis e confortáveis, preservando vidas e patrimônio.

[1] Principais normas técnicas aplicadas a fachadas de edificações:

  • ABNT NBR 7199 – Aplicações de vidros na construção civil – Requisitos;
  • ABNT NBR 10821 – Esquadrias para edificações;
  • ABNT NBR 6123 – Forças devidas ao vento nas edificações;
  • ABNT NBR 16259 – Sistemas de envidraçamento de sacadas – Requisitos e métodos de ensaio;
  • ABNT NBR 15575 – Edificações habitacionais – Desempenho 

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Aplicações de Vidro

Nova Norma ABNT NBR 7199 para Vidros Entra em Vigor e Transforma o Setor no Brasil

Nova Norma ABNT NBR 7199 para Vidros Entra em Vigor e Transforma o Setor no Brasil

por:

Portal Vidro Certo

Tempo de leitura: 5 minutos

A segurança e a inovação andam juntas na nova legislação para vidraceiros, arquitetos e engenheiros em todo o país.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou hoje a emenda que atualiza a ABNT NBR 7199, a principal norma técnica para a aplicação de vidros na construção civil no Brasil. Coordenada pelo Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-37), esta revisão introduz mudanças significativas que redefinirão os padrões de segurança e as possibilidades de uso do vidro em território nacional.

Para você, profissional do setor vidreiro, arquiteto, engenheiro ou construtor, conhecer estas alterações é fundamental para garantir a conformidade de seus projetos e a segurança de seus clientes.

Principais Atualizações da ABNT NBR 7199. O que Você Precisa Saber Agora:

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou hoje a emenda que atualiza a ABNT NBR 7199, a principal norma técnica para a aplicação de vidros na construção civil no Brasil. Coordenada pelo Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-37), esta revisão introduz mudanças significativas que redefinirão os padrões de segurança e as possibilidades de uso do vidro em território nacional.

Para você, profissional do setor vidreiro, arquiteto, engenheiro ou construtor, conhecer estas alterações é fundamental para garantir a conformidade de seus projetos e a segurança de seus clientes.

1. Redefinição dos Vidros de Segurança:

Alinhando-se às referências internacionais da Europa e dos Estados Unidos, o vidro aramado deixa de ser classificado como vidro de segurança. A partir de agora, apenas os vidros temperado e laminado integram essa categoria, o que exige atenção redobrada na especificação de materiais.

2. Inclusão do Vidro Termoendurecido:

Com norma própria recém-publicada, o vidro termoendurecido foi oficialmente incluído na ABNT NBR 7199. O texto estabelece regras claras para sua utilização, ampliando o leque de opções seguras para diversas aplicações.

3. Novas Regras para Vidros Insulados:

A composição do vidro insulado foi completamente atualizada. Uma das principais novidades é a permissão do uso do vidro termoendurecido em sua montagem, a depender do local de aplicação, oferecendo novas soluções em conforto térmico e acústico.

4. Tabela de Aplicações Mais Completa e Intuitiva:

A essencial tabela de aplicações de vidro foi reformulada. Com novo formato e informações detalhadas, ela apresenta de forma clara e objetiva os requisitos da norma, tornando-se uma ferramenta ainda mais indispensável no dia a dia dos profissionais.

5. Mais Segurança em Portas de Vidro:

A nova norma estabelece que todas as portas envidraçadas devem, obrigatoriamente, utilizar vidros de segurança. Além disso, a exigência se estende às áreas adjacentes: painéis de vidro localizados a até 600 mm de distância da porta, em ambos os lados, também deverão ser de segurança.

6. Proteção Reforçada em Ambientes Especiais:

Locais com grande circulação de pessoas ou ocupados por públicos mais vulneráveis, como crianças e idosos, recebem atenção especial. Em escolas, hospitais, academias, shoppings, restaurantes e salões de festas, por exemplo, passa a ser obrigatório o uso de vidros de segurança em todas as aplicações até 1,8 m de altura em relação ao piso.

7. Novas Diretrizes para Escadas e Rampas:

Para vidros instalados a uma distância horizontal de até 1,5 m de escadas e rampas (com exceção de guarda-corpos), a norma exige o uso de vidro de segurança até a altura de 1,5 m em relação ao degrau ou ao piso.

8. Aplicações Gerais com Segurança Máxima:

A exigência de vidros de segurança foi estendida para outras aplicações comuns, como muros, divisórias e vitrines envidraçadas, reforçando a proteção em múltiplos cenários.

9. Alterações nas Regras para Vidros Temperados:

As especificações sobre furação e recortes em vidros temperados foram removidas da ABNT NBR 7199. Essas informações foram migradas para a revisão da norma específica do temperado, a ABNT NBR 14698, centralizando as diretrizes para este material.

Mais conteúdo:

A tabela “Que vidro usar?”, desenvolvida pela associação para simplificar a aplicação da norma, já foi atualizada e está disponível para download gratuito. Clique abaixo para baixar a sua e garanta a conformidade dos seus projetos!

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Portal Vidro Certo

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Tendência 2025 Vidro

5 Tendências da Construção Civil para 2025 e como o vidro se encaixa nelas.

5 Tendências da Construção Civil para 2025
e como o vidro se encaixa nelas.

por:

Portal Vidro Certo

Tempo de leitura: 4 minutos

Após bons resultados, de sólido crescimento em 2023 (2,4%) e uma projeção de 4,1% para 2024, segundo a CBIC, o ano de 2025 chegou, no entanto,  com desafios em seu caminho.

A alta taxa de juros no cenário interno e as incertezas no cenário internacional que elevam o preço do dólar, apresentam desafios para o setor manter o crescimento neste ano. 

No entanto, algumas tendências podem ajudar todo o setor a superar tais desafios e o vidro tem papel fundamental nelas. Vamos explorar cada uma agora.

1.Uso de materiais ecologicamente amigáveis

Com as pautas sustentáveis ganhando cada vez mais espaço, o setor da Construção Civil precisará, em 2025, se adaptar a estas demandas. 

O uso de materiais que sejam mais amigáveis ao meio ambiente, com mais eficiência energética e menor pegada de carbono deverão estar mais presentes a partir deste ano nos canteiros de obra ao redor do país. 

Como o vidro se encaixa nesta tendência:

Quando falamos de produtos ecologicamente amigáveis na Construção Civil estamos falando também do vidro. Em qualquer situação que ele possa ser usado haverá ganho do ponto de vista ecológico. 

Quando pensamos no Vidro Certo para uma fachada, por exemplo, vidros de Controle Solar serão ótimos aliados para trazer não só conforto térmico para o ambiente mas também uma economia de energia que, lá na frente, refletirá não só na redução custo do uso regular da obra como na diminuição da sua pegada de carbono. 

Ainda, pensando na Economia Circular, que vamos explorar mais adiante, se os vidros aplicados tiverem sido reciclados, a obra será ainda mais amigável ao meio ambiente.

2.Capacitação técnica profissional

O tempo de existir uma pessoa que entenda tudo e faça tudo nas obras ficou no passado. Cada vez mais o mercado da Construção Civil pedirá habilidades específicas de profissionais altamente capacitados para demandas e atuações específicas, aumentando o desempenho das edificações e reduzindo custos com reformas e refazimentos.

Com o surgimento das Inteligências Artificiais, da aplicação efetiva da metodologia BIM na Construção Civil e a implementação de tecnologias de ponta nos canteiros de obra, os profissionais humanos precisarão se capacitar para ter destaque, e o mercado pedirá este tipo de habilidade!

Como o vidro se encaixa nesta tendência:

O vidro, como material, não se encaixa muito bem. Porém, quando olhamos para ele como uma “área do conhecimento”, existem muitas – e quando dizemos muitas…são muitas mesmo – oportunidades para serem exploradas. 

A capacitação técnica sobre o vidro passa por uma série de áreas de conhecimento que podem ser muito benéficas para quem decidir atuar em uma delas: 

  1. Aplicação de Normas;
  2. Certificações;
  3. Especificações de Vidro e;
  4. BIM.

Além dos clássicos “design”, “arquitetura” e “aplicação do vidro”, estas são algumas das áreas onde o vidro precisa de profissionais capacitados e o mercado, puxado pelas demais tendências, necessitará cada vez mais!

O lugar onde você pode se capacitar mais no uso do vidro nos projetos e, inclusive tirar certificados gratuitamente é no Educavidro, uma iniciativa mantida pelo portal Vidro Certo.

3.Certificação para construções sustentáveis

Mesmo que você tenha um projeto sustentável, uma construção ecologicamente consciente e tudo mais, como provar isso com certeza?

Um dos caminhos são as Certificações Sustentáveis. LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), AQUA-HQE ou o Selo PROCEL Edifica são alguns dos exemplos e, em 2025, terão uma alta demanda. 

Como o vidro se encaixa nesta tendência:

Como dito na primeira tendência, o vidro é um material amigo do meio ambiente e pode ajudar os projetos de construção a atingirem os critérios necessários para as certificações. 

Tudo dependerá da aplicação do Vidro Certo no projeto.

4.Economia circular na construção

Não só no setor da Construção Civil, mas nas indústrias de uma maneira geral, a economia circular é quase uma “palavra de ordem”. 

Repensar os ciclos produtivos para que mais e mais produtos consumidos e descartados voltem para a cadeia produtiva, hoje não é mais um diferencial, mas o que se espera das empresas, independente da área de atuação. 

No canteiro de obra é necessário pensar em como devolver para o ciclo produtivo os materiais que não serão utilizados, quebrados, sobras, embalagens entre outros para que, mesmo na fase de construção, o projeto tenha uma forte pegada sustentável. 

Como o vidro se encaixa nesta tendência:

O vidro é um material 100% reciclável, reaproveitável e de ciclo infinito, ou seja, ele pode ser reciclado infinitas vezes e, se você reciclar 1Kg de vidro, terá 1Kg de vidro novo no final do processo. 

Portanto, é lógico afirmar que as empresas e seus projetos que utilizarem o vidro, daqui para frente, devem buscar atender a logística reversa quando necessário. 

Isso irá refletir tanto na diminuição da pegada de carbono como na diminuição do carbono emitido pelas fábricas com o uso de cacos na produção e na vida útil das edificações com a economia de energia.

5.Alta Tecnologia aplicada

Estamos vivendo na era da Inteligência Artificial e muitas outras tecnologias habilitadoras de algo muito maior que até então nem sonhávamos. 

Na Construção Civil isso não é diferente.  Para 2025, as empresas que souberem aplicar estas tecnologias para ganho, principalmente de eficiência, terão muito destaque.

Como o vidro se encaixa nesta tendência:

Ao olhar para estas novas tecnologias, aliadas à uma melhor capacitação técnica, será possível especificar os Vidros Certos para os projetos, estimar benefícios, otimizar custos e trabalhar de maneira mais eficiente nos projetos. 

Dessa maneira, estas tecnologias ajudarão no papel educacional da aplicação dos vidros. 

Conclusão: Muitas oportunidades, para quem se propõe a mudar!

Muitas das tendências apontadas para 2025 vem com uma quebra de paradigmas que temos aqui no Brasil. 

No lugar de “simplesmente entregar” as obras e projetos este ano identificamos que a busca por QUALIDADE na entrega será muito latente para o público que irá consumir esses projetos. 

Quem souber surfar essa onda e, muitas vezes, fazer projetos com mais qualidade, conseguirá se destacar neste mercado que só cresce no Brasil. 

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Portal Vidro Certo

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Eficiência Energética no setor residencial

Eficiência energética
no setor residencial

por:

Fernando Westphal

Tempo de leitura: 4 minutos

O Brasil é eficiente?

Comecei minha palestra com esta pergunta no Vidrosom 2023, que ocorreu junto a SAIE Vetro em Florianópolis no dia 1° de setembro. Claro que é uma pergunta capiciosa. Se formos respondê-la com uma análise profunda sobre indicadores econômicos, como crescimento do PIB, resultado da balança comercial ou discorrer sobre qualidade dos serviços prestados à população, podemos chegar a resultados pouco animadores. Mas se formos restringir a análise ao uso e geração de energia no Brasil, nós somos um bom exemplo para o mundo. Demonstrei isso na palestra com alguns números, que trago resumidamente aqui.

Os dados do último Balanço Energético Nacional (BEN), publicado agora em 2023 pelo Ministério de Minas e Energia, apontam que 86% da eletricidade consumida no Brasil em 2022 foi gerada por fontes renováveis. Esse percentual é distribuído entre as usinas hidrelétricas, com 62% de participação do total da eletricidade gerada no país, seguido pela eólica (12%), biomassa (8%) e solar (4%). Se compararmos com outros países, nós somos referência em energia limpa. Os Estados Unidos têm apenas 19% da geração de eletricidade por fontes renováveis. A eletricidade consumida no país norte-americano utiliza como fontes principais o gás natural (32%), o carvão (26%) e a nuclear (22%). A Alemanha, país referência em promoção de geração de energia solar e eólica, teve apenas 41% de sua eletricidade gerada por fontes renováveis em 2021.

O tema do Vidrosom deste ano era habitação de interesse social. O setor residencial no Brasil representou 27% do consumo total de eletricidade em 2022. O consumo médio mensal de eletricidade nas residências brasileiras é de cerca de 180 kWh, resultando num consumo anual de 2160 kWh. Na Alemanha, o consumo médio de eletricidade nas residências é de 3100 kWh por ano, mas eles utilizam outras fontes para o aquecimento, especialmente gás natural, elevando o consumo para 18000 kWh, quando fazemos a conversão do volume de gás para kWh térmico. No Brasil, também são utilizadas outras fontes de energia nas residências, especialmente para a cocção de alimentos, como é o caso da lenha, que representa 26% da energia total consumida no setor, e o gás de cozinha, com 22% de participação. Adicionando essas fontes no cálculo, o consumo anual de energia de uma residência brasileira vai a 5000 kWh. Ainda assim, o uso na Alemanha é três vezes superior. Se compararmos com o perfil de consumo nos Estados Unidos, a diferença é ainda mais gritante. Uma residência na Flórida apresenta em média um consumo de eletricidade de 13100 kWh por ano, ou 1090 kWh por mês, o que representa seis vezes o valor brasileiro – sem contar as outras fontes de energia.

Então, no setor residencial nós somos muito eficientes. Utilizamos menos energia e geramos eletricidade de forma mais limpa. É claro que somos agraciados com boas condições climáticas, que dispensam a necessidade de calefação ou uso de ar-condicionado de forma intensa ao longo do ano. E devemos continuar tirando proveito disso. Mesmo que a população venha a ter acesso facilitado a aparelhos de ar-condicionado no futuro, por consequência da evolução tecnológica e redução de custos, devemos trabalhar para que o uso seja restrito às épocas extremamente necessárias, quando o clima externo é desfavorável. Por isso é importante o esforço no desenvolvimento de projetos de edificações com alta eficiência, com o uso de vidros de controle solar, elementos de sombreamento e aproveitamento da luz do sol e ventilação natural.

por:

Fernando Westphal

Referência Bibliográfica:

Revista Contramarco

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Aplicações de Vidro

O vidro insulado e as condições de conforto nas edificações

O vidro insulado e as condições de conforto nas edificações

por:

Fernando Westphal

Tempo de leitura: 4 minutos

Vidro insulado

As discussões em torno da viabilidade de aplicação do vidro insulado no Brasil têm se intensificado nos últimos anos. Muitas vezes, a economia de energia não é o principal requisito para a tomada de decisão, e o mercado tem reconhecido os benefícios do produto como uma estratégia de melhoria nas condições de conforto nas edificações.

Conforto Térmico

A principal função do vidro insulado – e que dá origem ao seu nome – é o isolamento térmico. A câmara de ar entre os vidros dificulta a passagem de calor de um lado para o outro do envidraçamento. Isso funciona para as duas situações: frio e calor. Em climas muito frios, o vidro insulado evita a perda de calor de dentro da edificação para fora. Como consequência, o vidro interno fica numa temperatura mais próxima do ambiente interno, evitando aquela sensação de frio próximo a uma grande porta de vidro, por exemplo. Em climas quentes, ou mesmo em climas amenos, mas com incidência direta de sol sobre o envidraçamento, a câmara de ar bloqueia parte do ganho de calor de fora para dentro da edificação, deixando o vidro interno mais “fresco”, com temperatura próxima à do ar interno da edificação. Isso evita a sensação de calor quando se está próximo ao vidro.

Toda essa redução de ganho ou perda de calor, resulta em economia de energia se a edificação possui aquecimento artificial (em climas frios, evidentemente) ou ar-condicionado para resfriamento em climas quentes

Conforto Acústico

Na questão acústica, existe um pouco de confusão de conceitos e por isso vale a pena discorrer sobre algumas situações. Na verdade, se compararmos vidros insulados com monolíticos com mesmas espessuras totais de vidro, o isolamento acústico é praticamente o mesmo. Por exemplo, não há benefício algum trocar um vidro monolítico 8 mm por um vidro insulado de 4 mm + 25 mm de ar + 4 mm. Se utilizarmos uma câmara de ar menor, o desempenho do vidro insulado nessa situação é ainda pior do que o do vidro monolítico.

Mas esse tipo de substituição raramente ocorre. Devido a requisitos de segurança e dimensionamento das peças, ao migrar de um vidro de 8 mm para um insulado, certamente a nova composição terá pelo menos um vidro laminado de 6 mm e um temperado de 4 mm. Como já houve um aumento na espessura total de vidro, há um ganho em isolamento acústico, e há também o benefício de se utilizar espessuras diferentes. Essa estratégia permite que um vidro compense a deficiência de isolamento do outro. E se os dois vidros da composição insulada forem laminados, o desempenho será ainda melhor.

Então, geralmente há uma melhoria no isolamento porque acaba se utilizando espessuras maiores do que a situação original. Mas é importante destacar que o benefício acústico do vidro insulado não é proporcionado pela câmara de ar, mas sim pelo efeito de “desacoplamento”, ou seja, a separação em duas superfícies, que é o mesmo princípio que fundamenta o uso de paredes duplas, como o drywall.

Outra dúvida comum é acerca do uso de gases nobres preenchendo a câmara de ar, como o argônio ou xenônio. Esses gases podem ser utilizados para aumentar o isolamento térmico do vidro insulado, mas não resultam em incremento ao isolamento acústico.

Conforto Visual

Por fim, vale destacar que por meio de composições insuladas pode-se obter vidros mais transparentes e com bom desempenho térmico. Isso permite melhor aproveitamento da luz natural e menores taxas de reflexão no envidraçamento, tanto pelo lado externo, quanto interno da edificação. Essa característica tem sido muito desejada pela arquitetura atualmente. Por isso vejo as discussões em torno do vidro duplo, insulado, aumentarem nas mesas de projeto. Acho que veremos maior penetração desse produto no nosso mercado da construção civil nos próximos anos.

Torre São Paulo, no Complexo JK. Vidros insulados foram utilizados para alcançar elevado nível de eficiência energética para o prédio e conforto térmico interno.

por:

Fernando Westphal

Referência Bibliográfica:

Revista Contramarco

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Tendências 2024

Design passivo

Tendências para a construção civil em 2024

Design Passivo

por:

Equipe Vidro Certo

Tempo de leitura: 4 minutos

A pauta da sustentabilidade ganhou muito destaque no final de 2023. Seja por eventos globais como a COP28 ou o número crescente de catástrofes climáticas, a população passou a cobrar mais comprometimento de governos e empresas com relação a este tema. E no setor da construção civil não poderia ser diferente! 

Para 2024 arquitetos, construtoras, engenheiros e demais agentes do setor vão precisar  focar mais no Design Passivo.

Afinal, o que é o Design Passivo? 

É uma série de princípios que orientam os profissionais à otimização da relação entre o meio ambiente e a construção. Sempre promovendo o uso de elementos naturais como a luz solar, sombreamento, os ventos e águas da chuva para oferecer itens como iluminação, conforto térmico e ventilação. 

Como aplicar o Design Passivo no projeto? 

O ideal é que ele seja pensado já na fase de concepção do projeto, uma vez que é necessária a análise do terreno e orientação solar, por exemplo, porém, é sempre possível pensar na otimização das edificações que já estejam concluídos ou mesmo em andamento. 

Quais as vantagens do Design Passivo? 

Como se basear na sinergia entre a construção e os recursos naturais à disposição, quando falamos sobre conforto térmico, por exemplo, o Design Passivo irá promover um ambiente confortável tanto no verão como no inverno para ter algo agradável ao longo de todo o ano.

Por outro lado, quando olhamos para o consumo, percebemos que o Design Passivo pode ser mais econômico pois esta mesma sinergia será benéfica para a redução do uso de ar-condicionados, iluminação artificial e até mesmo uso da água, uma vez que os projetos que se utilizam deste conceito geralmente preveem o uso de sistemas de captação de águas da chuva, por exemplo.

E como o Vidro conversa com o Design Passivo?

O vidro é um forte aliado do Design Passivo pois, logo em primeira análise conseguem otimizar a temperatura dos ambientes, como é possível estudar no nosso Guia de Eficiência Energética ou até mesmo nas aulas do Educavidro

Além do mais, o uso dos vidros no Design Passivo é essencial para garantir a otimização da luz natural nos ambientes onde podemos pensar em aplicações como claraboias e coberturas, fachadas e até mesmo piscinas. Vidros de controle solar ou insulados podem proporcionar a entrada de luz ao mesmo tempo que diminuem a entrada de calor nos ambientes.

Nesta discussão, podemos até mesmo pensar na utilização de vidros sob uma perspectiva energética, usando vidros fotovoltaicos que farão com que a edificação também produza energia.  

A construção em 2024 passa, essencialmente, pelo vidro.

De uma maneira geral, quando pensamos no meio ambiente, na construção civil e como unir estes dois universos, precisamos pensar no vidro. Seja no design passivo ou em outras tendências, o vidro será um aliado poderoso para a redução da pegada de carbono das construções e do consumo de energia uma vez que o projeto preconize práticas sustentáveis e as pessoas usufruam dos ambientes de modo consciente, sejam eles comerciais ou residenciais. 

por:

Equipe Vidro Certo

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Eficiência energética no setor residencial

Eficiência energética no setor
residencial

por:

Fernando Westphal

Tempo de leitura: 4 minutos

“O Brasil é eficiente?” Comecei minha palestra com esta pergunta no VidroSom 2023, que ocorreu junto ao SAIE VETRO em Florianópolis no dia 1° de setembro. Claro que é uma pergunta capciosa. Se formos respondê-la com uma análise profunda sobre indicadores econômicos, como crescimento do PIB, resultado da balança comercial ou discorrer sobre qualidade dos serviços prestados à população, podemos chegar a resultados pouco animadores. Mas se formos restringir a análise ao uso e geração de energia no Brasil, nós somos um bom exemplo para o mundo. Demonstrei isso na palestra com alguns números, que trago resumidamente aqui.

Fontes Renováveis

Os dados do último Balanço Energético Nacional (BEN), publicado agora em 2023 pelo Ministério de Minas e Energia, apontam que 86% da eletricidade consumida no Brasil em 2022 foi gerada por fontes renováveis. Esse percentual é distribuído entre as usinas hidrelétricas, com 62% de participação do total da eletricidade gerada no país, seguido pela eólica (12%), biomassa (8%) e solar (4%). Se compararmos com outros países, nós somos referência em energia limpa. Os Estados Unidos têm apenas 19% da geração de eletricidade por fontes renováveis. A eletricidade consumida no país norte-americano utiliza como fontes principais o gás natural (32%), o carvão (26%) e a nuclear (22%). A Alemanha, país referência em promoção de geração de energia solar e eólica, teve apenas 41% de sua eletricidade gerada por fontes renováveis em 2021.

Consumo nas Residências

O tema do VidroSom deste ano era habitação de interesse social. O setor residencial no Brasil representou 27% do consumo total de eletricidade em 2022. O consumo médio mensal de eletricidade nas residências brasileiras é de cerca de 180kWh (quilowats-hora), resultando num consumo anual de 2.160kWh. Na Alemanha, o consumo médio de eletricidade nas residências é de 3.100kWh por ano, mas eles utilizam outras fontes para o aquecimento, especialmente gás natural, elevando o consumo para 18.000kWh, quando fazemos a conversão do volume de gás para kWh térmico. No Brasil, também são utilizadas outras fontes de energia nas residências, especialmente para a cocção de alimentos, como é o caso da lenha, que representa 26% da energia total consumida no setor, e o gás de cozinha, com 22% de participação. Adicionando essas fontes no cálculo, o consumo anual de energia de uma residência brasileira vai a 5.000kWh. Ainda assim, o uso na Alemanha é três vezes superior. Se compararmos com o perfil de consumo nos Estados Unidos, a diferença é ainda mais gritante. Uma residência na Flórida apresenta em média um consumo de eletricidade de 13.100kWh por ano, ou 1.090kWh por mês, o que representa seis vezes o valor brasileiro — sem contar as outras fontes de energia.

Condições Climáticas

Então, no setor residencial nós somos muito eficientes. Utilizamos menos energia e geramos eletricidade de forma mais limpa. É claro que somos agraciados com boas condições climáticas, que dispensam a necessidade de calefação ou uso de ar-condicionado de forma intensa ao longo do ano. E devemos continuar tirando proveito disso. Mesmo que a população venha a ter acesso facilitado a aparelhos de ar-condicionado no futuro, por consequência da evolução tecnológica e redução de custos, devemos trabalhar para que o uso seja restrito às épocas extremamente necessárias, quando o clima externo é desfavorável. Por isso é importante o esforço no desenvolvimento de projetos de edificações com alta eficiência, com o uso de vidros de controle solar, elementos de sombreamento e aproveitamento da luz do sol e ventilação natural.

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Imagem mostrando um prédio com fachada de vidro do lado direito no fim de tarde com um andar iluminado.

por:

Fernando Westphal

Referência Bibliográfica:

Revista Contramarco

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